Cartão eletrônico substitui praticamente todos documentos no Rio Grande do Sul


15.07.2005 - Os gaúchos terão a partir da próxima segunda-feira um sistema pelo qual poderão, em um único cartão eletrônico, ter registrados praticamente todos seus dados civis, como números de RG, CPF, PIS, Carteira de Trabalho, título eleitoral, tipo sangüíneo, número de convênio médico e conta bancária.


Será uma forma integrada pelos Três Poderes do Estado, com apoio do ITI (Instituto de Tecnologia da Informação) --vinculado à Presidência da República--, de dar mais rapidez aos trâmites burocráticos, com economia de recursos.

O objetivo é que o modelo seja exemplo para todo o país. Serão gerados documentos eletrônicos certificados digitalmente, o que vai garantir autenticidade, sigilo e integridade nas transações, além de desburocratização na tramitação de documentos, agilidade em processos e redução significativa de gasto com papel.

O diretor-presidente da Procergs (empresa de processamento de dados do Estado), Carlos Alberto de Campos, diz que uma das principais vantagens é a adoção do sistema pelos Três Poderes. "Será uma arquitetura de governo eletrônico centrada no cidadão. O cidadão tem apenas um certificado digital para suas interações com o Estado", afirma.

Ainda não há uma estimativa para a economia ou para o momento em que será colocado em prática o cartão. Um exemplo é a utilização do sistema no Tribunal de Justiça do Estado para a impressão de acórdãos. Apenas com economia de papel, já há uma diminuição de R$ 700 mil anuais.

"Sabemos que, quando estiver em prática o sistema, a economia total serão de dezenas de milhões de reais", diz Campos. "Um exemplo é o do cidadão que precisa de uma segunda via da carteira de motorista. Com o certificado digital, pode ser feito via internet. Não vai mais necessária entrega física."


Não está definido se haverá uma campanha para o público adotar o sistema. Em um primeiro momento, o alvo serão os clientes do Banrisul (Banco do Estado do Rio Grande do Sul) --um total de 1,2 milhão de pessoas.

O próprio cartão do banco será, nesse caso, aproveitado para o sistema. Haverá uma senha e o cartão. No futuro, o objetivo é disponibilizar um acessório ao computador para as pessoas passarem o cartão e até mesmo votarem em casa, com o cartão e a senha --o número do título estará dentro.

O lançamento do projeto ocorre às 15h desta segunda, no Palácio Piratini (sede do governo gaúcho), com a presença do governador Germano Rigotto (PMDB).


 


Fonte:


LÉO GERCHMANN
da Agência Folha, em Porto Alegre


--------------------------------------------


“Conseguiu que todos, pequenos e grandes, ricos e pobres, livres e escravos tivessem um sinal na mão direita e na fronte , e que ninguém pudesse comprar ou vender se não fosse marcado com o nome da fera ou com o numero do seu nome “ (Apocalipse 13,16 e 17)


 


As Profecias continuam clara e rapidamente a se cumprir, aquelas que apontam para a iminência do fim destes tempos e a Vinda gloriosa de nosso Senhor e Salvador, JESUS CRISTO.



Porém o que assistimos: a esmagadora maioria da humanidade vivendo como se nada disso estivesse por acontecer. Infelizmente muitos eclesiásticos apóstatas, que tinham a missão de esclarecer sobre o assunto, não só hipocritamente estão ignorando, mas também sendo os maiores perseguidores do ESPÍRITO SANTO de DEUS... O PARÁCLITO revela, os leigos divulgam, e eles correm para desmentir com impiedosas zombarias. Por orgulho, vaidade e prepotência contestam sem ler, e muitas vezes por não entenderem, por serem ignorantes no desdobramento do cumprimento da Profecia, como é o caso gritantemente límpido da "Marca da besta", que está se cumprindo através do implante de chip subcutâneo.


A notícia sobre a implantação dos cartões eletrônicos é mais uma etapa no processo de implantação do chip subcutâneo. O cerco vai se fechando !!!


 


Notícia de 22.02.2005


Famílias gaúchas na fila para receber implante de chip


O medo da violência colocou 22 famílias gaúchas na fila para adquirir uma tecnologia de segurança ainda incomum no Brasil: o microchip cutâneo. Atualmente, 42 famílias brasileiras - cerca de 200 pessoas - usam o equipamento no corpo, sob a pele. A base de monitoramento está situada em Miami (EUA). O serviço garante o rastreamento da localização do usuário por meio de satélite

Os principais clientes são executivos, empresários e suas famílias, aterrorizados com a ameaça dos seqüestros. O serviço está disponível no Brasil há um ano, mas para adquiri-lo os gaúchos aguardam que uma base de monitoramento seja instalada no país, o que deve baratear o serviço. Outras 2 mil famílias estão pré-cadastradas esperando na fila. Para comprar o chip, o usuário desembolsa US$ 10 mil (R$ 27,3 mil). A manutenção mensal por pessoa varia de US$ 200 (R$ 550) a US$ 1 mil (R$2,7 mil).

O chip tem o tamanho de um grão de arroz e é introduzido no corpo por uma injeção ou pistolas semelhantes às usadas para vacinação. Os clientes têm adquirido o equipamento para todos membros da família devido à mudança no foco dos seqüestros.

Conforme o engenheiro aeronáutico Ricardo Chilelli, da RCI First Security, que importa o chip, o executivo - dono da empresa e que lida com o dinheiro - não tem sido mais o foco dos ataques.

- O criminoso escolhe os filhos, pois mexe com o lado psicológico, tornando a negociação rápida e os valores mais altos - explica Chilelli, ex-oficial do serviço de inteligência das Forças Armadas do Brasil, com treinamento nos Estados Unidos

Rotina controlada por satélite

O engenheiro ressalta que o chip é apenas um elemento dentro de um pacote de segurança e de cuidados que as pessoas devem adotar:

- Há uma neurose, um exagero. Nem 10% das pessoas que estão na fila têm perfil para usar uma tecnologia dessas. Cerca de 85% de criminalidade e violência podem ser evitados por puro comportamento. Os conselhos são três: não se deixe avaliar, sonegue informações e dificulte a ação de outras pessoas.

O não se deixar avaliar envolve questões de exposição demasiada do poder aquisitivo. O engenheiro cita um exemplo: a pessoa, além de usar uma caminhonete importada, coloca no vidro um adesivo da escola dos filhos - tradicional e cara - e adesivo de que é criador de uma determinada raça de cavalos ou gado. Isso atrai a atenção do criminoso.

A análise sobre a necessidade do uso de uma tecnologia como o microchip cutâneo é feita a partir do estudo do perfil da família: poder aquisitivo, quem são, quanto ganham, quem são os amigos, inimigos, o quanto estão expostos na mídia, onde é a casa, as residências de litoral e campo, os escritórios, enfim, toda a rotina é arquivada sob números e códigos identificadores. Se uma das pessoas monitoradas fugir à rotina sem avisar, um alerta é dado e a busca é iniciada. O alerta pode ser feito por familiares.

Chilelli observa que para usar o chip a pessoa tem de estar consciente, não pode ser obrigada, como às vezes ocorre com adolescentes.

- O pai contrata o serviço e obriga os filhos a usarem. Para provocar, os adolescentes saem da rotina, nos dando falsos alertas. Canso de levantar helicópteros para procurar adolescente que está querendo contrariar o pai - conta o engenheiro, que tem clientes em países como México e Colômbia.

No Brasil, não há estudos nem legislação tratando do uso do chip sob a pele. Conforme Chilelli, o órgão de saúde dos EUA liberou o uso e nunca, em nenhum país, foram registrados problemas no organismo decorrentes do chip.

Fonte: Jornal Zero Hora RS




Leia mais sobre o assunto:

Acesse: www.portalanjo.com/artigochip.htm


Rainha Maria - Todos os direitos reservados
É autorizada a divulgação de matérias desde que seja informada a fonte.
https://www.rainhamaria.com.br

PluGzOne